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Mostrando postagens de fevereiro, 2023

UM PASSEIO PELA HISTÓRIA DO IMBÉ

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  Durante muitos anos a barra do Imbe/Tramandai era móvel e não fixa como é hoje.  E era aberta a pá por pescadores. Isso era feito porque a barra existente ficava sem condições de utilidade visto ficar praticamente paralela ao mar. Assim sendo, antes de ser aberto o novo caminho do mar para o rio, a antiga barra  era isolada e aberta uma nova Este braço isolado de água gerou um braço morto do rio, que originou a área chamada de "braço morto". Deste braço morto de água só resta o denominado laguinho da Varig.  Assisti isso acontecer umas duas vezes. Posteriormente este braço morto foi aterrado e comercializado por Paulo Hoffmeister, dono de importante imobiliária da região, junto com Jardelino Peroni, esposo da Dona Ma ria. O casal ficou rico no Imbé por um milagre de Nossa Senhora, e ao falecer deixou todo seu patrimônio, compreendido por imóveis e terrenos no Imbé, para a Santa Casa de Porto Alegre, com exceção de um que ficou para sua afilhada.  Muitas pessoa...

ACI-BM HOMENAGEIA ORION CABRAL E ADÃO MANTOVANI

 Na sua assembleia geral deste sábado, 25/2, a Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto vai homenagear dois de seus mais antigos e importantes dirigentes: Orion Herter Cabral e Adão Mantovani. Será um reconhecimento do trabalho destes dirigentes, a quem a associação deve. em grande parte, o seu sucesso e a sua longevidade, que vai para 40 anos. A assembleia começa às 15 horas no auditório do Ceclimar/Ufrgs. 

IMBÉ, CIDADE-JARDIM

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  Abraçada pelas águas das lagoas, do rio Tramandaí e do mar, a praia do Imbé tem uma paisagem diferente daquelas surgidas ao longo do costão de areia entre Torres e Rio Grande. O aspecto urbanístico do balneário também é peculiar: em 1939, dois empresários compraram a área de dunas e banhados onde viviam algumas dezenas de pescadores e contrataram o engenheiro e urbanista Ubatuba de Farias para projetar o novo loteamento. Professor na Faculdade de Arquitetura da Ufrgs e aluno do Instituto de Urbanismo de Montevidéu, Ubatuba concebeu Imbé como uma Cidade-Jardim, aplicando conceitos do urbanista inglês Ebenezer Howard, para quem era preciso conter a superpopulação, a poluição e a especulação imobiliária, que já no início do século XX assustavam os profissionais da área. A idéia básica era construir cidades que unissem o que havia de melhor no campo (ar e água de qualidade, áreas verdes, produção própria dos alimentos) com o melhor da cidade (oportunidades profissionais, infra-estrut...