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UM PROTESTO EM VÃO?

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  Há dois anos, moradores e veranistas de Imbé protestaram contra a construção de um edifício de 15 andares em frente ao rio, sem ao menos haver uma rede de esgoto e uma estação de tratamento. Neste verão de 2022 o edifício já está ocupado por pelo menos seis moradores. Tem água e energia elétrica, mas sabe-se lá para onde vai o esgoto. Lembro que no município um prédio só recebe o "habite-se" da prefeitura depois de ter um sistema de fossa, filtro e sumidouro. .

AGRESSÕES AO MEIO AMBIENTE AMEAÇAM IMBÉ

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    A ACIBM – Associação Comunitária do Imbé Braço Morto - é uma entidade civil sem fins lucrativos, apartidária, fundada em 1985 por moradores e veranistas do Braço Morto de Imbé para a defesa do meio ambiente e outros interesses da comunidade.   O OBJETIVO DO PRESENTE TEXTO É DIVULGAR OS PRINCIPAIS PONTOS ATACADOS PELA NOSSA ENTIDADE:   ·          ENTIDADES QUE DEVERIAM PROTEGER O MEIO AMBIENTE E NÃO ESTÃO COLABORANDO OU POR ACHAREM QUE NÃO CABEM Á ELAS OU POR OMISSÃO ·          . A PREFEITURA MUNICIPAL DE IMBÉ QUE AUTORIZA E REALIZA AS AGRESSÕES   A mais importante ação da ACIBM é o da defesa do nosso rio Tramandaí, contra degradação de suas águas, que tem duas principais origens: PRÁTICAS AGROPECUÁRIAS INADEQUADAS e AUSÊNCIA DE SANEAMENTO BÁSICO.   1.     PRÁTICAS AGROPECUÁRIAS INADEQUADAS   O uso cada vez maior de produtos quími...

36 ANOS EM DEFESA DE IMBÉ

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  Athos Stern Presidente da Associação Comunitária de Imbé - Braço Morto  A mais antiga associação comunitária do litoral do Rio Grande do Sul, representante de todas as associações comunitárias dos municípios da Bacia Hidrográfica do Rio Tramandaí, completa 36 anos. A Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto (ACIBM) teve sua origem em uma reunião, no verão de 1984, na residência do associado Paulo Henrique Kern, rua Rolante 677. Foi composta a “Comissão de Constituição” com o objetivo de oficializar no prazo de um ano a existência da ACIBM, o que ocorreu no dia 9 de fevereiro de 1985. A associação foi criada devido à facilidade de investidores imobiliários e outros interessados em um “Progresso Global”, que nada mais é do que  o ataque sem trégua ao meio ambiente (retirar areia da praia, aterros de lagoas, inexistência de diretrizes para construção imobiliária, bares e boates em lugares impróprios, produzindo poluição sonora, etc.), sem se preocuparem com os riscos...