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PROMOTORA DE TRAMANDAÍ RECEBE DIRETORIA DA ACI-BM

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Da esquerda para a direita: Paulo Grassi, Ana Maria Smidt, a promotora Mari Oni e Athos Stern   A promotora de Justiça Mari Oni Santos da Silva, de Tramandaí, recebeu no seu gabinete a diretoria da Associação Comunitária do Imbé Braço Morto (ACI-BM) em  audiência, na tarde de 19 de julho. A associação foi representada pelo ex-presidente Athos Stern, acompanhado pelos diretores Paulo Roberto Grassi  e Ana Maria Smidt. O presidente Heitor Aiquel Campana apresentou justificativa por escrito da sua ausência. O encontro resultou em um Termo de Audiência com ênfase no projeto de uma nova  ponte de Imbé-Tramandaí. A Associação solicitou esclarecimentos ao município de Imbé sobre o andamento do plano de  construção da ponte e da não realização de estudo de impacto de vizinhança e ambiental por parte FEPAM, e ainda estudo de mobilidade urbana tanto de Imbé como Tramandaí. A falta de novas audiências publicas por parte da   Prefeitura de Imbé para...

CICLONES NO LITORAL

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  Em março de 2004, um fenômeno inédito no litoral sul do Brasil surpreendeu e alarmou meteorologistas e pesquisadores. Conhecido como "furacão Catarina", causou 11 mortes, destruiu 1.500 casas e causou prejuízos de 1,2 bilhão de reais, que em grande parte poderiam ter sido evitados caso houvesse um sistema de previsão e controle deste tipo de catástrofe. Desde então a Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto vem defendendo a criação deste sistema, chegando a apelar diretamente ao governo do Estado. A ata da assembleia geral de 19 de fevereiro de 2011, realizada na SAPI, sob a presidência de Arno Eugênio Carrard,  registrava em sua pauta: "Catástrofes naturais e suas previsões sinistras pelo mundo. Insistência na criação do Plano de Construção de um Centro de Controle Contra as Catástrofes no Imbé, com a interveniência do Ministério da Ciência e Tecnologia, através do INPE.". Nada foi feito, e os ciclones extratropicais vêm se sucedendo. Sem uma previsão meteoroló...

ENQUANTO NO IMBÉ A PAVIMENTAÇÃO AVANÇA,

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 OS ARGENTINOS DESPAVIMENTAM JULIANA BUBLITZ/ZERO HORA Um projeto em andamento em Buenos Aires promete dar novas feições a 48 quadras da capital argentina - e bem que poderia servir de inspiração para algumas cidades no Rio Grande do Sul. Chamado de "Calles Verdes" (ou "Ruas Verdes"), o plano do Ministério de Espaço Público e Higiene Urbana envolve o conceito de “despavimentação”. É um termo que, para muitos de nós, pode soar inusitado (em especial, porque ainda temos municípios à espera de acessos asfálticos). Apesar disso, faz cada vez mais sentido em grandes metrópoles. No caso de Buenos Aires, a meta é alterar pontos específicos em 17 ruas do território porteño, retirando parte do concreto para plantar árvores e outros tipos de vegetação, além de instalar bancos e abrir novas áreas para pedestres. Reduzir a poluição, neutralizar as “ilhas de calor”, criar superfícies mais absorventes e estimular novos usos para áreas públicas, entre outros objetivos.

MUITO ANTES DO GPS

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Era difícil encontrar uma rua no Imbé dos anos 1990, especialmente para quem não era morador ou veranista. As placas de madeira colocadas na primeira administração municipal depois da emancipação já estavam corroídas ou haviam caído. A diretoria da Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto decidiu agir: mandou fazer e colocar centenas de placas com os nomes de ruas e avenidas. Muitas delas - como a da foto - ainda estão intactas.

OS EFEITOS DE IMPERMEABILIZAR OS SOLOS

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  Athos Stern Engenheiro, professor aposentado da Ufrgs AS PREFEITURAS DO LITORAL NORTE ESTÃO CERTAS AO IMPERMEABILIZAR SOLOS, REMOVER AS CASUARINAS E PROCURAREM O ADENSAMENTO POPULACIONAL? A PREFEITURA MUNICIPAL DE IMBÉ ESTÁ CERTA AO REMOVER TODA A VEGETAÇÃO DA APP – ÁREA DE PRESERVAÇÃO PERMANENTE (MARGEM ESQUERDA DO RIO TRAMANDAÍ) E SUBSTITUIR ATÉ O MOMENTO CERCA DE 30% DELA P R BLOCOS DE CONCRETO, IMPERMEABILIZANDO O SOLO, TORNANDO ESTA ÁREA UMA ILHA DE CALOR? SERÁ QUE A PREFEITURA MUNICIPAL DE IMBÉ TEM CONHECIMENTO E CAPACIDADE TÉCNICA PARA FAZER O QUE PROMETEU E ATÉ AGORA NÃO CUMPRIU: PLANTAR ESPÉCIES NATIVAS, PLANTAS FRUTÍFERAS, PLANTAS PAISAGÍSTICAS PARA RECOMPOR A VEGETAÇÃO QUE DESTRUIU? A PREFEITURA NÃO ESTÁ INDO NA CONTRAMÃO DO QUE OCORRE EM TODO MUNDO, ONDE HÁ UMA PREOCUPAÇÃO CADA VEZ MAIOR COM A PRESERVAÇÃO AMBIENTAL? A COMISSÃO EUROPEIA ESTÁ ERRADA AO RECOMENDAR AOS ADMINISTRADORES PÚBLICOS OPOSTO DO QUE OCORRE NO IMBÉ? A impermeabilização dos solos pode exercer grand...

NOVA DIRETORIA, NOVOS DESAFIOS

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A Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto (ACIBM) tem  nova diretoria escolhida e empossada no dia 25 de fevereiro, em Assembleia Geral. No auditório do Ceclimar, Imbé, RS, compareceram associados, moradores e veranistas. O engenheiro Athos Stern, que passou a presidência, entende que a presença na Assembleia foi em apoio a uma entidade que, em seus 38 anos de atuação, sempre se manteve fiel aos seus princípios de apartidarismo e independência do poder público municipal, lutando sempre pelos interesses da comunidade. A  diretoria, período 2023-2025, tem como presidente o engenheiro ambiental Heitor Campana. O vice é professor do Ceclimar e o seguindo vice é, há várias gestões, diretor da entidade.  Presidente: Heitor Campana Vice-presidente: Álvaro Nicotti Segundo vice-presidente: Djalma Gonçalves Requião Secretário: Clovis Heberle Segunda- secretária: Ana Maria Smidt Tesoureiro - Roberto Luiz Morch Segundo tesoureiro: Paulo Grassi Conselho Fiscal: Lauro Renck Jorge Vi...

UM PASSEIO PELA HISTÓRIA DO IMBÉ

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  Durante muitos anos a barra do Imbe/Tramandai era móvel e não fixa como é hoje.  E era aberta a pá por pescadores. Isso era feito porque a barra existente ficava sem condições de utilidade visto ficar praticamente paralela ao mar. Assim sendo, antes de ser aberto o novo caminho do mar para o rio, a antiga barra  era isolada e aberta uma nova Este braço isolado de água gerou um braço morto do rio, que originou a área chamada de "braço morto". Deste braço morto de água só resta o denominado laguinho da Varig.  Assisti isso acontecer umas duas vezes. Posteriormente este braço morto foi aterrado e comercializado por Paulo Hoffmeister, dono de importante imobiliária da região, junto com Jardelino Peroni, esposo da Dona Ma ria. O casal ficou rico no Imbé por um milagre de Nossa Senhora, e ao falecer deixou todo seu patrimônio, compreendido por imóveis e terrenos no Imbé, para a Santa Casa de Porto Alegre, com exceção de um que ficou para sua afilhada.  Muitas pessoa...