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A ACI-BM SE RENOVA

A  Associação Comunitária de Imbé – Braço Morto (ACIBM)  está passando por uma fase de renovação após 40 anos de existência. Recentemente, fomos reconhecidos pelo CONAMA como uma entidade ambientalista, integrando oficialmente o Sistema Nacional de Defesa Ambiental. Este reconhecimento abre novas perspectivas e possibilidades, especialmente no que diz respeito ao acesso a recursos financeiros e materiais para criar e executar projetos voltados à educação e a defesa ambiental. Convidamos todos que compartilham do nosso interesse pela defesa da qualidade de vida em Imbé e pela preservação do meio ambiente a se juntarem a nós. É essencial que os investimentos sejam guiados pelas necessidades reais da comunidade e não pela pressão de especuladores e empreiteiras que visam apenas o lucro financeiro. Junte-se a nós e faça parte desta transformação!

ASSOCIAÇÃO DO IMBE GANHA RECONHECIMENTO NACIONAL

  A Associação Comunitária do Imbé-Braço Morto (ACIBM)  integra oficialmente o Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas (CNEA). A CNEA reúne as entidades que atuam formalmente em defesa do meio ambiente a nível nacional. O pedido de inclusão da Associação no Cadastro Nacional de Entidades Ambientalistas do Ministério do Meio Ambiente, iniciativa do presidente Heitor Campana,  foi aprovado por unanimidade.  A portaria foi publicada em 25 de julho de 2024, que trata da homologação do registro da Entidade  no CNEA. Estar cadastrado junto ao CNEA permite com que participamos de conselhos, grupo técnico e outros instrumentos públicos de defesa ambiental - como o CONSEMA (  Conselho Estadual do Meio Ambiente) exemplifica ele. Também  habilita a ACIBM a buscar projetos de financiamento que compreendam a temática ambiental. Com isso se abrem novas perspectivas e possibilidades de acesso a recursos por parte da ACIBM.    

PROTESTO CONTRA A POLUIÇÃO

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Um protesto contra o lançamento de efluentes da estação de tratamento de esgoto de Xangri-lá e Capão da Canoa nas lagoas do litoral norte reuniu centenas de pessoas neste sábado, 31 de setembro,  junto à ponte Giuseppe Garibaldi.  Convocada pelo Movimento de Defesa do Litoral Norte (MOVLN), que une várias associações e grupos ambientalistas da região, a manifestação foi unânime na rejeição do projeto da Corsan, aprovado pela Fepam e com a  concordância do Ministério Público Federal, de levar os efluentes por uma tubulação - com obras em andamento - até o rio Tramandaí, em Osório.  A Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto, integrada ao MOVLN, esteve representada no ato pelo presidente Heitor Campana, o vice-presidente Álvaro Nicotti, um dos idealizadores e coordenadores do movimento, pela  diretora Ana Maria Smidt e vários outros associados. 

A ACI-BM APELA CONTRA A CANALIZAÇÃO DAS VALAS

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  Em audiência com a Promotora Pública Mari Oni Santos da Silva, de Tramandaí, a  Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto formalizou o pedido para que as obras de canalização das valas de drenagem da área central de Imbé sejam paralisadas até que a prefeitura municipal apresente dados técnicos e estudos ambientais que garantam a sua eficiência. Até agora nem a associação nem a Promotoria têm recebido respostas às suas indagações, enquanto as obras prosseguem, com a colocação de tubos de concreto   onde existem valas para o escoamento do esgoto pluvial.  Uma pesquisa coordenada pelo engenheiro  e ex-presidente Athos Stern, entregue à promotora, comprova que a colocação de canos, além de cara, exige manutenção permanente devido ao seu entupimento. O grupo comunitário da Alameda, formado por moradores e veranistas da avenida Frederico Westphalen, onde as obras estão mais adiantadas, também formalizou o pedido de providências à promotoria.  Representara...

O JORNAL DA ACI-BM

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  Em 1997 a ACI-BM, na gestão de Emilio Maia Gishkov,  criou o jornal “O Boto”, publicado  daquele ano até 2.000.   Na primeira edição, reproduzida acima, há um relatório das atividades da associação.  Algumas delas:  1986 - Ação junto ao Ministério Público visando impedir que a Prefeitura Municipal de Tramandaí continuasse a retirar areia da praia de Imbé. A prefeitura de Tramandaí em acordo suspendeu a atividade contra o meio ambiente. 1986  - Ação Civil Pública junto ao Ministério Público, na qual a ACIBM foi assistente contra os aterros dos lagos Armazém e Tramandaí. O Tribunal de Justiça do Estado decidiu em favor do Ministério Público e ACIBM. 1986 - Ação Civil Pública junto ao Ministério Público, na qual a ACIBM foi assistente contra a construção dos molhes, que entraram mar a dentro e fixando a barra, mas que determinaria o avanço do mar, pela erosão da praia de Imbé (cerca de 150m destruindo avenidas, residências, ...). A obra foi em...

UNIDOS CONTRA A POLUIÇÃO

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  O II Encontro Ecológico em Capão da Canoa, realizado neste domingo, 23  de junho, na Praça do Farol, foi considerado pelos organizadores um ato importante pela visibilidade e busca da consciência da população para os problemas da região. Entre as entidades apoiadoras esteve a Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto (ACI-BM), representada pelo seu vice-presidente Álvaro Nicotti. O encontro foi uma iniciativa do Som Solidário em parceria com o Movimento Unificado em Defesa do Litoral Norte do Rio Grande do Sul (MOVLN), com o propósito de exaltar a vida e a cultura do Litoral Gaúcho, suas praias, lagoas, paisagens e relevos, através da arte, música, cultura e ciência.  As entidades estão unidas na luta pelo ecossistema da região, hoje fragilizado pela especulação imobiliária e crescimento desordenado dos centros urbanos. Defende que o litoral pode crescer e se desenvolver de forma saudável, horizontal e humana e, por esse motivo, aposta no conhecimento, na ciência e na ...

NOVA PONTE: UMA SUCESSÃO DE ERROS

Eng. Ambiental Heitor Aiquel Campana Presidente da Associação Comunitária de Imbé - Braço Morto A Prefeitura Municipal de Imbé entrou com dois pedidos simultâneos junto à Fundação Estadual de Proteção Ambiental (FEPAM) para licenciar a nova ponte, junto à foz do rio Tramandaí. Um simples, usado para obras de pouco ou nenhum impacto ambiental, e outro completo, para obras de maior porte, que exigem Estudo de Impacto Ambiental e Relatório de Impacto Ambiental (EIA-RIMA). Como o objeto é o mesmo, um dos processos fatalmente não será concluído, e as taxas pagas terão sido perdidas. O primeiro deles (processo 1707) envolveu o que se chama licenciamento simplificado via "Licença Única". Neste pedido a prefeitura pagou uma taxa de R$ 44.402,61. A FEPAM apontou necessidade de esclarecimentos e o processo está parado desde abril, aguardando resposta. Cabe dizer que a Licença Única não se aplica a uma obra como o de uma ponte. Portanto, a prefeitura errou o processo e acabou gastando o...