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UM PORTO AMEAÇA O LITORAL NORTE

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A área destinada ao Porto Meridional, em Arroio do Sal, se tornou de utilidade pública, por decreto assinado pelo governador Eduardo Leite na terça-feira passada, dia 27 de maio.  É inaceitável, para a população da região, que uma obra como esta, com consequências graves para a sua qualidade de vida, tenha recebido esta benesse do governo.  O projeto, caso concretizado, poderá causar sérios danos ambientais em toda a faixa costeira da região, impactando diretamente os ecossistemas e comunidades dos municípios de Torres, Capão da Canoa, Imbé, Tramandaí, Cidreira e Xangri-Lá. A Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto, o Movimento de Defesa do Litoral Norte e todas as entidades dedicadas à defesa ambiental do Rio Grande do Sul não podem se omitir diante deste projeto tocado apenas nas possibilidades de lucros de seus beneficiários. Análise Técnica dos Impactos Ambientais Decorrentes da Implantação do Porto Meridional em Arroio do Sal/RS Athos Stern Engenheiro, professor apose...

RECURSO AO IBAMA CONTRA AGRESSÕES AMBIENTAIS

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Obras em área de preservação afrontam a legislação ambiental O engenheiro e professor aposentado da Ufrgs Athos Stern, ex-presidente das Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto, pediu ao Ibama que recomende à prefeitura municipal de Imbé a paralisação imediata das intervenções na margem do rio Tramandaí, especialmente a duplicação da avenida Nilza Godoy.   O fundamento do pedido é de que se trata de uma Área de Preservação Permanente (APP), nos termos do artigo 4º da Lei Federal 12.651/2012. A legislação ambiental exige que quaisquer intervenções  como as já praticadas pela prefeitura, como a remoção das árvores existentes ao longo da margem do rio, a impermeabilização do solo para a estacionamento, parques de diversões e outras obras já concluídas devem ser precedidas de licenciamento ambiental adequado.  Abaixo a íntegra do pedido: ------------------ ------------------------------------------------------------------  

AS CIDADES DO LITORAL PRECISAM DE ÁRVORES

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Famílias à sombra das árvores, na margem do rio Tramandaí, em Imbé. Inexplicavelmente foram cortadas pela prefeitura. ATHOS STERN Engenheiro, professor aposentado da Ufrgs Consultor da Associação Comunitária de Imbé - Braço Morto  A arborização urbana desempenha um papel fundamental no planejamento ambiental das cidades, oferecendo diversos benefícios como estabilidade climática, melhoria da qualidade do ar, redução da poluição sonora e visual, além de contribuir para a saúde física e mental da população. Sua presença qualifica o espaço urbano tanto estética quanto funcionalmente, tornando-o mais agradável e compatível com o meio natural. No entanto, para que esses benefícios sejam efetivos, é essencial um planejamento adequado, que considere a escolha das espécies e sua inserção no espaço urbano. A arborização urbana deve ser tratada como um serviço público e um patrimônio coletivo, cuja preservação é garantida pela Constituição Federal, com foco na sustentabilidade e no bem-estar...

É PRECISO OLHAR ALÉM DO QUE SE VÊ

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  ANALISE DAS CRÍTICAS, AÇÕES PÚBLICAS E PREOCUPAÇÕES DAS POPULAÇÕES DO LITORAL NORTE SOBRE O LANÇAMENTO DO EFLUENTE DE ETEs NO RIO TRAMANDAÍ ATHOS STERN Engenheiro, professor aposentado da Ufrgs Consultor da Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto O QUE A AEGEA DEFENDE A AEGEA defende que seus projetos são indispensáveis para atender à crescente demanda sanitária na região. A empresa assegura que 95% dos efluentes serão tratados, conforme estudos técnicos e licenciamento da FEPAM.  O plano envolve o lançamento de efluentes tratados da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) de Xangri-Lá no Rio Tramandaí, seguido pela ETE de Imbé, localizada no ponto 4, e outras ETEs, conforme necessário.  Segundo a AEGEA, os resíduos estarão 95% livres de impurezas, garantindo um impacto ambiental minimizado. A empresa considera a ação judicial inesperada e argumenta que se baseia em um laudo preliminar, inadequado para invalidar um ato administrativo apoiado por estudos sólidos e consi...

OS PERIGOS DAS LUZES ARTIFICIAIS

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  ATHOS STERN Engenheiro, professor aposentado da Ufrgs Consultor da Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto ALAN é a sigla para "Artificial Light at Night" ou "Luz Artificial à Noite", em português. Refere-se à luz emitida por fontes artificiais durante o período noturno, como iluminação pública (lâmpadas de rua e faróis), letreiros luminosos, iluminação residencial e comercial, além da luz gerada por dispositivos eletrônicos, incluindo celulares, computadores e televisores. Embora indispensável para muitas atividades humanas, a ALAN tem implicações significativas para o meio ambiente e para a saúde de todos os seres vivos. O uso descontrolado e a emissão de luz com espectros inadequados, particularmente o azul, podem causar uma série de problemas, como interferências nos ritmos circadianos, prejuízos a ecossistemas noturnos e danos fisiológicos e metabólicos a humanos e outros organismos. Pesquisas recentes revelaram impactos alarmantes da ALAN sobre organismos...

CÂMARA DE IMBÉ HOMENAGEIA A ASSOCIAÇÃO

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  A Câmara de Vereadores de Imbé deu um voto de louvor e congratulações à Associação Comunitária de Imbé - Braço Morto pelos seus 40 anos de atividades. A proposta foi do vereador Fagner Guiner. 

OBRAS QUE DESRESPEITAM O MEIO AMBIENTE EM IMBÉ

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  A duplicação da Avenida Nilza Costa Godoy, em Imbé, e a construção de duas pontes estaiadas na foz do Rio Tramandaí têm suscitado intensos debates acerca de sua necessidade e dos potenciais impactos ambientais, urbanísticos e sociais. ATHOS STERN Engenheiro, professor aposentado da Ufrgs Ex-presidente e consultor da Associação Comunitária de Imbé-Braço Morto A Prefeitura de Imbé planeja duplicar um trecho de 1,75 km da Avenida Nilza Costa Godoy, entre a ponte Giuseppe Garibaldi e a Avenida Santa Rosa. O projeto, orçado em R$ 7,5 milhões, inclui a implementação de um novo sistema de drenagem pluvial, recapeamento da pista existente e revitalização da iluminação pública. As obras estavam previstas para iniciar na primeira quinzena de março de 2025, com conclusão até o final de novembro do mesmo ano. Preocupações Ambientais Críticos questionam a necessidade da duplicação, especialmente na ausência de congestionamentos frequentes na região. Além disso, há apreensão quanto aos impacto...